Olá nesta página vou falar brevemente sobre mim, minha família, trajetórias, e outras cositas mas.
Então vamos lá, seu Nicaraguense, nascido em Granada, filho de Teresa Fletes e Francisco Fletes, sou o primogênito e tenho um irmão, Luiz Raul. Estudei em Manágua, capital da Nicarágua, e a partir da conclusão do segundo grau começou a trajetória que mudou minha vida, primeiro foi cogitada a possibilidade de eu fazer faculdade nos EUA, cheguei a ir até lá, mas não me adaptei. Foi então que meu amigo Frank Morales me convidou para vir para o Brasil. No dia 15/02/1972 cheguei a Porto Alegre, terra em que cursei Engenharia Química e onde reside até hoje meu amigo/irmão Frank Morales.
Foi em Porto Alegre que conheci minha primeira esposa, mãe de minhas seis filhas, hoje cinco, pois no ano de 1980 perdi minha terceira filha, que se chamava Nicaragua, de apenas 1 ano e 2 meses. Hoje tenho cinco filhas, Libertad, a primogênita com 32 anos, Marsella, 30 anos, Luana Domitila, 26 anos, Dina, 25 anos e Helenira, 24 anos, mas faltava alguém em minha vida então resolvi fazer um indiozinho, meu filho José Francisco Danilo de Guadalupe Correa Iparraguire Fletes, esse baixinho charmoso abaixo.

Poucos sabem, meu nome completo é um pouco extenso, me chamo José Francisco Danilo de Guadalupe Correa Fletes, por isso meu filho tem esse nome de lord.
Sou professor na UFSC desde 1977, em 1992 me naturalizei brasileiro quando assumi a pró- reitoria de assuntos comunitários na gestão de Diomario Queiroz. No dia da audiência de naturalização aconteceram fatos divertidos e engraçados: primeiramente fui com uma camiseta de Florianópolis com dizeres manezinhos, e o juiz perguntou ” você se considera um manezinho?” Eu respondi ” óióiói tais tolo” com um sotaque espanhol muito carregado, foi reamente engraçado.
Hoje sou professor de estatística, em vários cursos dentro da UFSC. Adoro minha profissão, pois sou um professor nato, e escolhi dar aulas por que acredito que ser professor é fazer minha parte para um mundo melhor.












